Uma bússola que aponta para o que já está lá
Nossa missão é ajudar quem dirige empresas a enxergar com mais clareza o que já existe — e a trabalhar de forma mais deliberada a partir daí.
Como a Bússola Nove chegou a existir
A Bússola Nove nasceu de uma constatação simples: muitos fundadores e gestores no Nordeste enfrentam questões práticas e recorrentes de gestão — como organizar a semana, como estruturar decisões, como planejar para uma demanda que muda com a estação — sem ter com quem conversar sobre elas de forma estruturada.
Não havia falta de oferta de conteúdo. O que faltava era alguém disposto a trabalhar junto, a partir da realidade de cada operação, sem prometer resultados que dependem de variáveis além do controle de qualquer consultor.
Fundada em Natal, com trabalho presencial na costa nordestina, a empresa foi construída ao redor de três princípios: escopo claro antes do início, entregáveis por escrito, e transferência efetiva do conhecimento ao término de cada engajamento.
O nome vem da bússola como instrumento — não como metáfora motivacional, mas como ferramenta. Uma bússola não diz onde você deve ir; ela diz onde você está e em que direção está voltado. O trabalho de quem dirige uma empresa é o mesmo: tomar decisões com as informações disponíveis, não com as que gostaríamos de ter.
O número nove, nas tradições de medição, marca o ponto antes do próximo nível. Não é o fim — é o ponto em que o trabalho feito começa a se mostrar.
Cada engajamento é desenhado para terminar com o cliente em condições de continuar sem nós. Esse é o critério pelo qual avaliamos se fizemos um bom trabalho.
Equipe
Rafael Cavalcante
Consultor Sênior — Operações
Trabalhou por doze anos em gestão de operações hoteleiras no litoral do RN antes de migrar para assessoria. Lidera as revisões de operações de turismo e o trabalho de planejamento sazonal.
Mariana Albuquerque
Consultora — Desenvolvimento de Liderança
Formada em administração pela UFRN, com especialização em dinâmicas organizacionais. Conduz as sessões de coaching para fundadores e o acompanhamento de equipes de gestão.
Thiago Nóbrega
Analista — Dados e Modelos
Responsável pela construção dos modelos de capacidade e pela análise de séries históricas de demanda. Trabalha diretamente com a ferramenta de planejamento do cliente, não em sistemas externos.
Padrões de trabalho
O que pode ser esperado de qualquer engajamento conduzido pela Bússola Nove, independentemente do formato ou do cliente.
Proposta escrita antes do início
Escopo, duração, entregáveis e valor são documentados antes de qualquer trabalho começar. Nenhum engajamento é iniciado verbalmente.
Confidencialidade
Toda informação do cliente é tratada com sigilo. O acordo de confidencialidade faz parte de cada contrato. Nenhum dado é usado como referência externa sem consentimento.
Incerteza declarada nos modelos
Projeções são apresentadas como faixas, não como valores únicos. O grau de confiança de cada estimativa é explicitado no relatório.
Transferência ao encerramento
Todo engajamento inclui uma etapa de transferência: a equipe do cliente sai sabendo operar o que foi construído, sem depender da Bússola Nove para continuar.
Adequação à LGPD
O tratamento de dados pessoais segue a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018). Os detalhes estão na nossa Política de Privacidade.
Escopo de atuação declarado
A Bússola Nove atua em educação de negócios e consultoria operacional. Questões de natureza jurídica, médica, contábil ou de investimento regulado são encaminhadas a profissionais habilitados.
O que orienta o trabalho da Bússola Nove
A consultoria empresarial no contexto nordestino enfrenta uma tensão particular: o repertório disponível foi construído em grande parte a partir de realidades de grandes centros, com padrões de mercado, acesso a mão de obra e dinâmicas de demanda distintos das que vigoram no interior e no litoral do Nordeste. O que funciona em São Paulo pode não funcionar em Natal — não por falta de capacidade local, mas porque as condições são diferentes.
A Bússola Nove trabalha a partir dessa diferença, não apesar dela. Os modelos de capacidade levam em conta a sazonalidade real do turismo nordestino. As conversas de coaching partem das restrições concretas que um fundador com 20 colaboradores enfrenta, não de um roteiro genérico de liderança. A revisão operacional inclui presença física no local — porque entender como uma pousada opera durante o verão em Pipa é diferente de ler um manual sobre hospitalidade.
Essa proximidade com a realidade local é uma escolha, não uma limitação. Ela define quem são os clientes que a empresa serve melhor: operações de hospitalidade e turismo no litoral nordestino, agronegócio com variação sazonal marcada, varejo e eventos em mercados regionais, e fundadores de empresas de serviços de médio porte que precisam de um interlocutor para o trabalho de gestão — não de um palestrante, não de um software, mas de alguém que sente junto a complexidade do problema e ajuda a estruturar o caminho.
Quer conversar sobre como trabalhamos?
A primeira conversa não tem custo e não cria nenhum compromisso. Serve para entender se há um problema que podemos ajudar a trabalhar.
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